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REDES DE SUPERMERCADOS INVESTEM EM AVATARES DIGITAIS PARA ENGAJAR O CONSUMIDOR

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Os assistentes virtuais inteligentes (AVIs) estão ganhando cada vez mais espaço, muitos deles a partir do sucesso da Lu, do Magazine Luiza. Prova disso são personagens como a Bia, do Bradesco; Nat, da Natura; o Pinguim do Ponto Frio, agora “Ponto” e até a Renata, “influenciadora completamente digital” da Renner. Já no setor de supermercados, o Carrefour deu um primeiro passo com a Carina, lançada em 2019 em uma ação que contou com participação do público para escolher qual a figura que representaria esta parte do relacionamento digital com o cliente.
Outro exemplo mais recente vem do estado da Bahia, do grupo RedeMix de Supermercados, empresa que aposta na digitalização do negócio para se manter competitiva no varejo. A rede lançou a “Rê”, persona da marca que auxilia os consumidores em tarefas digitais em frentes como SAC, chatbot, delivery, além de interagir com os consumidores nas redes sociais da marca, incluindo até o canal corporativo no LinkedIn.
Mais do que um conjunto de animações, a rede quer contar uma história com este personagem para gerar identificação com o público. Além de todo o aparato técnico para trazer a personagem à vida, a rede de supermercados se preocupou em criar junto uma narrativa, humanizando a personagem, que “tem 35 anos, dois filhos e é formada em publicidade”, segundo informações da empresa.
A assistente virtual faz parte de um investimento da empresa em digitalização, que incluiu ainda o lançamento de uma loja conceito inaugurada há um mês, no Corredor Vitória, em Salvador. Além do mix tradicional de supermercados, a RedeMix investiu em experiência e oferece cerca de 500 produtos internacionais para compor o projeto chamado “gôndolas que dão a volta ao mundo” e proporcionam produtos diferenciados ao cliente.
No paralelo, a empresa adotou as etiquetas eletrônicas, uma solução que vem se tornando cada vez mais comum e permite maior controle da agilidade na precificação dos produtos, além de mais riquezas de dados para a análise de oportunidade e geração de insights. As etiquetas informam não só os preços como também a quantidade do produto em estoque e auxiliam as lojas a evitar a ruptura.
FONTE: APASSHOW

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