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PROGRAMAS DE FIDELIDADE: CRESCE O RESGATE DOS ITENS DE VAREJO

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O interesse dos consumidores em resgatar os itens de varejo nos programas de fidelidade aumentou no comparativo entre o primeiro trimestre de 2021 e 2020. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF), nos primeiros três meses deste ano, 42,7% dos pontos/milhas dos programas de fidelidades foram trocados por produtos ou serviços relacionados ao varejo. Houve um aumento de aproximadamente 10%, em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o índice alcançou o patamar de 33%.
A Associação também notou um aumento no número de adesão aos programas de fidelidade no começo de 2021. No primeiro trimestre, o total de participantes chegou a 165,4 milhões até o final de março, o que representou um crescimento de 11,1% em comparação aos três primeiros meses de 2020. Já na comparação com o trimestre anterior (outubro, novembro e dezembro de 2020), a alta no número de participantes foi de 2,4%.
Embora a categoria de produtos relacionados ao varejo tenha crescido, a ABEMF destaca que a maior parte dos pontos ainda continua tendo como destino o resgate de passagens aéreas, com 57,3%. Já em relação ao acúmulo de pontos, acontece exatamente o contrário: 95,1% da emissão de pontos vem das compras no varejo, enquanto apenas 4,9% são oriundas de viagens aéreas.
Balanço durante a pandemia
De acordo com o balanço da Associação, o primeiro trimestre de 2021 é o período com a menor queda no acúmulo de pontos e milhas, desde o segundo trimestre de 2020, quando o país começou a sentir os impactos econômicos da pandemia do Covid-19.
O total acumulado no período de janeiro a março foi de 57,9 bilhões de milhas/pontos, 14,9% menor em comparação ao final de 2020. Contudo, já era uma queda esperada, considerando o aumento das transações no final de ano, que geram mais acúmulo de milhas.
Foram 42,7 bilhões de pontos/milhas resgatados no 1T21 e a taxa chamada breakage - que mensura o percentual de milhas e pontos expirados - atingiu o total de 15,6%, retornando aos patamares pré-pandemia, o que, segundo a ABEMF, representa um indício de recuperação do setor.
FONTE: SUPERVAREJO

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