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Pitaya, botânicos e picância doce: as tendências de sabor que avançam para 2026

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O intercâmbio global de sabores é outra tendência verificada pelo estudo pela Kerry

O consumo de alimentos e bebidas em 2026 será impulsionado por uma combinação de curiosidade, sofisticação e memória afetiva. Sabores antes considerados exóticos, como a pitaya, ganham status de ícones globais, enquanto botânicos, florais e combinações agridoce-picantes avançam em diferentes categorias. Ao mesmo tempo, há um trânsito cada vez mais intenso de influências culinárias entre culturas, com ingredientes coreanos, mexicanos e asiáticos migrando rapidamente para produtos industrializados, snacks e bebidas.

Esse movimento é mapeado pelos Taste Charts 2026, estudo lançado pela Kerry. O levantamento é baseado na atuação de mais de 1.200 cientistas, 100 aromistas e em pesquisas aprofundadas com consumidores.

A pitaya desponta como um dos símbolos desse movimento. Tradicionalmente associada à Ásia, a fruta avançou sobre a Europa e as Américas, impulsionando principalmente bebidas refrescantes, mas também ganhando espaço em doces e bebidas alcoólicas, com forte apelo sazonal nos meses de verão. O estudo aponta ainda o avanço de botânicos e florais, como flor de laranjeira e hibisco, que aparecem como alternativas aromáticas mais complexas e associadas a produtos com menor teor de açúcar.

O intercâmbio global de sabores é outra tendência verificada pelo estudo. Ingredientes da culinária coreana, como gochujang e bulgogi, avançam rapidamente sobre categorias industriais, especialmente carnes e refeições prontas. Sabores mexicanos, como birria e chile chiltepín, seguem o mesmo caminho, enquanto a pimenta-de-Sichuan amplia sua presença para além dos produtos asiáticos. A mistura entre doce e picante, conhecida como “swicy”, evolui e impulsiona aplicações em panificação, confeitaria e snacks.

Clássicos em transformação

Os clássicos também passam por transformação. No universo dos queijos, há uma clara movimentação além do cheddar, com a valorização de variedades premium e de forte identidade, como manchego e pecorino, especialmente em snacks salgados. A proposta é oferecer conforto, mas com maior complexidade de sabor e textura, respondendo a um consumidor que busca familiaridade sem abrir mão da novidade.

Preferências bem definidas

No Brasil, essas tendências globais se refletem em preferências locais bem definidas. Em bebidas refrescantes, sabores como framboesa, frutas tropicais, cranberry, lima e pera lideram o crescimento. Em bebidas alcoólicas e inspiradas, destacam-se chocolate ao leite, framboesa, frutas roxas, canela e doce de leite. Já nas categorias de chá, café e cacau, ganham força avelã, doce de leite, lima e caramelo salgado, enquanto em carnes e refeições sobressaem provolone, ricota, cheddar, calabresa e porco.

FONTE: 19/01/2026 – MERCADO E CONSUMO

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