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ETANOL TEVE ALTA DE 5,37% E GASOLINA, DE 3,02% NA PRIMEIRA QUINZENA DO MÊS

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Em janeiro, Sudeste vendeu os combustíveis mais baratos do país; Brasil comercializou mais de 130 bilhões de litros em 2024
Na primeira quinzena de fevereiro, o etanol apresentou alta de 5,37% em seu preço médio nacional na comparação com o mesmo período de janeiro. O litro do combustível foi vendido, em média, a R$ 4,51 nos postos de abastecimento de todo o Brasil. A gasolina, por sua vez, foi encontrada com o preço médio de R$ 6,49, registrando alta de 3,02% em relação à primeira quinzena de janeiro. Os dados são da última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).
“Os aumentos relevantes nos preços médios do etanol e da gasolina registrados pelo IPTL nesta primeira quinzena de fevereiro refletem os efeitos do reajuste do ICMS, em vigor desde o dia 1º do mês. Vale destacar que já vinha sendo observada alta dos combustíveis desde dezembro, impulsionada por outros fatores econômicos, como a valorização do petróleo no mercado internacional e as oscilações cambiais, que impactam os custos de importação e produção”, comenta Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil.
Com a alta registrada no início do mês, a gasolina e o etanol passaram a pesar ainda mais no bolso do motorista, principalmente na Região Norte, que, novamente, apresentou os maiores preços médios entre regiões registrados no período, de R$ 6,94 (alta de 1,91% ante igual período de janeiro) para a gasolina e de R$ 5,14 para o etanol (alta de 2,8% na mesma comparação).
Já a região com os preços médios mais em conta para os dois combustíveis nesta primeira quinzena de fevereiro foi o Sudeste, com médias de R$ 6,32 para a gasolina e R$ 4,41 para o etanol, mesmo após altas de 2,60% (gasolina) e 4,75% (etanol) na região.
Todas as regiões apresentaram alta para os dois combustíveis no período. A região Sul registrou o maior aumento para a gasolina: de 3,54%, chegando ao preço médio de R$ 6,43; já o etanol teve a maior alta entre regiões no Nordeste: 7,31%, com preço médio de R$ 4,99.
Considerando as médias por estados, a maior alta para a gasolina foi verificada no Distrito Federal, onde o combustível chegou a R$ 6,75 após aumento de 8,17%. Nenhum estado apresentou queda no preço médio do combustível.
A gasolina com o preço médio mais em conta para o bolso do consumidor nesta primeira quinzena de fevereiro foi a dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, ambas com preço médio de R$ 6,24, mesmo com estados registrando altas de 2,13 e 2,46%, respectivamente. A gasolina com o maior preço médio do país foi registrada no Acre, de R$ 7,53, após aumento de 1,21%.
O etanol só não apresentou alta no Estado do Amapá, onde foi registrada estabilidade ante a primeira quinzena de janeiro, com o biocombustível a preço médio de R$ 5,39, o mais alto do país, juntamente com o de Rondônia, com o mesmo valor. O Distrito Federal também apresentou a maior alta do país para o etanol, de 14,49%, alcançando o preço médio de R$ 4,90.
São Paulo foi o estado com o etanol mais barato: R$ 4,27, mesmo após alta de 4,91%, de acordo com o IPTL.
Em janeiro, a Região Sudeste apresentou alta para todos os combustíveis na comparação com o mês anterior. Entretanto, a gasolina e o etanol da região seguiram como os mais baratos do país.
A gasolina teve alta de 0,49% em relação a dezembro, o que elevou seu preço médio a R$ 6,18. Já o etanol foi comercializado, em média, por R$ 4,25, um aumento de 1,43% na mesma comparação. O diesel comum, por sua vez, chegou ao preço médio de R$ 6,14, enquanto o tipo S-10 registrou valor médio de R$ 6,22. Com isso, os combustíveis apresentaram altas de 0,33% e 0,32%, respectivamente.
“Com exceção do Rio de Janeiro, o etanol, em comparação com a gasolina, foi recomendado em todos os estados do sudeste. São Paulo se destaca ao comercializar o etanol mais barato do país, a R$ 4,12. Porém, é importante destacar que a escolha pelo biocombustível se faz interessante também por ser mais sustentável e melhor para o meio ambiente, já que facilita uma mobilidade de baixo carbono, emitindo menos poluentes na atmosfera”, aponta Douglas Pina.
Em 2024, foram comercializados, no Brasil, 133,1 bilhões de litros de combustíveis líquidos automotivos. No caso da gasolina C (já com a mistura de etanol anidro), foram 44,19 bilhões de litros, uma redução de 4% com relação a 2023. O etanol hidratado combustível teve 21,66 bilhões de litros em venda, um crescimento de 33,4%. Com relação ao diesel B (já com a mistura de biodiesel), foram comercializados 67,25 bilhões de litros, um aumento de 2,6% na comparação com o ano anterior.
Os dados foram são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
No ano, a produção nacional de gasolina A (pura, ainda sem a adição de etanol anidro) correspondeu a 90% do total da oferta interna, sendo os 10% restantes supridos por importações. Já no caso do diesel A (ainda sem a mistura de biodiesel), as importações foram responsáveis por cerca de 25% das vendas.
No caso do GLP, foram comercializados 7,57 milhões de metros cúbicos no país em 2024, um aumento de 2,2% na comparação com 2023. As importações corresponderam a 25% das vendas.
O biodiesel teve crescimento nas vendas, refletindo o aumento, em 2024, do teor desse biocombustível no diesel de origem fóssil, de 12% para 14%. Foram comercializados 8,96 bilhões de litros no ano, enquanto em 2023 foram 7,34 bilhões.
O ano se encerrou com 131.278 agentes regulados pela ANP no setor de abastecimento, entre eles: 44.678 postos de combustíveis; 58.283 revendas de GLP; 384 distribuidores (entre os de combustíveis líquidos, GLP, combustíveis de aviação, solventes e asfaltos); e 152 produtores de lubrificantes.

FONTE: 28/02/2025 – MONITORMERCANTIL

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